Como preparar as suas consultas médicas

Antes de ir a uma consulta com o seu médico, é importante estar bem preparado. Pense bem em tudo o que vai dizer e, se necessário, faça uma lista das queixas que o levaram à consulta: 

  • Descreva o motivo principal da consulta;
  • Descreva todos os sintomas que o perturbam;
  • Informe o seu médico de outras consultas com colegas dele;
  • Se tiver outras doenças, informe o médico;
  • Faça uma lista dos medicamentos que toma;
  • Diga se tiver alergias a medicamentos;
  • Leve análises e exames recentes;
  • Mencione os eventuais efeitos secundários que podem estar associados a medicamentos que está a tomar;
  • Não hesite em falar das suas possíveis dificuldades no trabalho, das suas angústias para que possa conservar uma actividade profissional;
  • Se sentir stress e ansiedade, diga-o ao seu médico porque podem agravar tanto a Fibromialgia como a Síndrome de Fadiga Crónica. Nesses casos, técnicas de relaxamento ou ansiolíticos podem ajuda-lo a sentir-se melhor;
  • Se tiver dúvidas, não hesite em fazer perguntas;
  • Se não entender um termo utilizado pelo médico, peça para ele lhe explicar;
  • Tome notas durante a conversa;
  • Fale com clareza e de uma forma concisa;
  • Se o médico pedir alguma análise ou exame, pergunte a razão do pedido e se precisa de fazer alguma preparação antes da análise ou do exame e se pode ter algum efeito secundário.

Depois de ter recebido um diagnóstico de Fibromialgia ou de Síndrome de Fadiga Crónica, é importante seguir a evolução da doença, nomeadamente o agravamento, melhoria ou estabilidade dos sintomas: dores, fadiga, problemas de sono, etc.

Todos estes dados ajudarão o médico a perceber o sucesso ou não do seu tratamento e a encontrar outros meios, como por exemplo terapias alternativas, que o podem aliviar. Uma sugestão a adoptar pode ser a escrita de um diário, onde escreverá as suas actividades de forma a observar se há factores que agravam ou aliviam os seus sintomas. Estas informações poderão ajudar o médico a encontrar terapêuticas e sugerir estratégias para o ajudar a sentir-se menos fatigado e stressado.

Autora: Brigitte Papi Junça

Este artigo foi escrito pela autora para utilização pela Myos e não pode ser reproduzido em outros sites, blogues e páginas, sem a expressa autorização da autora e da Myos.

Nota: Este artigo foi escrito com o antigo Acordo Ortográfico

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